8 de outubro de 2016

Adolescências: um conceito em (des)construção

ADOLESCÊNCIAS: UM CONCEITO EM (DES)CONSTRUÇÃO
Beatriz Evangelista de Souza
Hellen Cristina Martins Santos
Isabella Cruz Sena
Malú Ishihara Nascimento
Márcia Pereira de Carvalho
Maria Cristina Meaney
Maria Isabella Nunes Gomes
Mariana Campos Ferro
Melissa Araujo de Lima
Samara de Souza Soares

RESUMO:

As adolescências podem ser compreendidas por várias perspectivas: desde as mais naturalizantes, em que o desenvolvimento físico influencia o comportamento psicológico (STANLEY HALL, 1921; ARNETT, CRAVENS, 2006), até as mais psicossociais, em que o meio de convivência, os outros sujeitos e a própria constituição biológica de cada um afetam a si e a outros (ERICKSON, 1976; BOCK, 2007). Neste minicurso, 1) proporemos um debate sobre essas diferentes compreensões, à luz da Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (VYGOTSKY, 1934/2009, 1936/1998; LEONTIEV, 1979/2009; ENGESTRÖM, 1987/2002, 2004, 2006, 2011), e com foco em estudiosos como Stanley Hall (1921) e seus seguidores; Vygotsky (1934/2009); Erickson (1976) e seus seguidores; 2) solicitaremos que os participantes, em colaboração crítica (MAGALHÃES, 2007, 2011, 2016), realizem performances do significado compartilhado que criarão a respeito de adolescências. Para isso, será necessário que cada um exponha seu ponto de vista e reflita sobre os conceitos trabalhados e os experienciados em seu cotidiano. O brincar e a performance (VYGOTSKY, 1934/2009; NEWMAN, HOLZMAN, 1989/2002) serão organizadores da dinâmica. Ao fim do minicurso, esperamos, como resultados: 1) a colaboração crítica entre apresentadoras e participantes para a continuação do cunhar do conceito adolescências; 2) a ampliação da discussão sobre adolescências; 3) a atuação teórico-prática em contexto escolar com base nas concepções sócio-histórico-culturais para lidar com adolescentes e demais sujeitos.

PALAVRAS-CHAVE: Adolescência. Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural. Brincar e perfomance.

 

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